Com o coração em agoniasentindo as pinças do monstro da vaidade a rasgar-me ventre acimaaté fazer uma janela por onde a alma via agora aquela águaque regava o chão branco...
Não fosse ser daltônica e com pouca acuidade para os volumes e densidadessaberia que se tratava era de sangue e era vermelho e era espeeeeessodaqueles com que se pintam as paixõese o chão, ora o chão ali era tudo menos branco...
E como dizia: com o coração em agoniafazendo um retrocesso nas imagens da minha imaginaçãodo chão para as gotas, para a abertura visceral, para as pinças, para a consciência da almapara o cúmulo da vaidade que me fez matar Heloisa Helena...
Via, com o coração em agoniao estalactite de vidro espetado na goela delaa putaé, era puta... Ai a puuuta...
Tão puta que nem lhe pus a mordaçaporque queria ouvir-lhe o urros de pavor
Deu-me para o sadismoe no coração agoranem uma gota de agonia.
Marco
domingo, 6 de março de 2011
Tpc1
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Onde estava a criatividade do Marco nas aulas? :) Agora falta o TPC2 - «Escrevi a palavra flor...» É um desafio para sr o Webflor e para todos. :) (Vanessa)
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